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CORVETTE - 60 ANOS FAZENDO SONHAR OS ENTUSIASTAS!

O carro esporte da Chevrolet transformou-se por sete gerações, mas soube preservar sua essência e seus valores.

 

Por mais que a indústria dos Estados Unidos tenha tentado, poucas vezes construiu carros com o mesmo glamour que os melhores europeus. Como exceção à regra, o Chevrolet Corvette pode ser considerado o mais charmoso e marcante carro esporte norte-americano de todos os tempos. Nenhum de seus conterrâneos conseguiu ofuscar o brilho do Vette — como gostam de chamar os entusiastas. Durante suas sete gerações, detalhes expressivos de desenho e construção fazem com que o carro mantenha sua identidade e sua proposta inalteradas.

Em 17 de janeiro de 1953 a GM apresentava no Motorama — evento da corporação realizado no aristocrático hotel Waldorf Astoria, em Nova York — o primeiro modelo do Corvette, grafia inglesa para a corveta, uma pequena e veloz embarcação de escolta da Marinha inglesa. A reação do público que acompanhava o lançamento foi de frenesi e surpresa. Era um carro nunca visto nos padrões da indústria local: pequeno, baixo, com visual limpo e esportivo, o novo Chevy avisava que deixaria seu nome na história do automobilismo.

A aceitação ao Corvette do Motorama foi tamanha que a GM viu o sinal verde para colocá-lo em produção. Raros foram os carros de sonho que chegaram ao mercado com tão poucas alterações: basicamente se retiraram as pequenas tomadas de ar à frente do para-brisa e se estenderam os logotipos dos para-lamas dianteiros para formar um friso cromado nas laterais. A cor branco Polo e o interior revestido de couro vermelho do modelo conceitual se tornariam padrão no primeiro ano de produção.

O conjunto era montado sob uma carroceria de plástico reforçado com fibra de vidro prensado, que resultava em um carro leve. Havia 46 peças coladas para compor nove componentes principais — um deles, o assoalho, era mostrado pela GM sustentado por um só braço de um homem para representar sua leveza. Não fosse o novo material, empregado pela primeira vez por um grande fabricante, o Corvette seria inviável por questão de volume de produção; além disso, o plástico permitia moldar formas e detalhes de estilo impossíveis com as chapas de aço na época.

No interior o painel seguia um desenho simétrico, no qual um elemento diante do passageiro recebia o mesmo ressalto que o velocímetro à frente do motorista. O grande volante branco trazia um aro cromado para acionar a buzina e o retrovisor interno vinha sobre o painel. Os freios a tambor nas quatro rodas e a suspensão, independente na frente e de eixo rígido na traseira, eram derivados de outros modelos da marca. Os pneus de construção diagonal tinham a medida 6,70-15.

A revista Sports Cars Illustrated, que seria mais tarde a Car and Driver, comparou as versões com carburador e injeção: “Os números são simplesmente fenomenais. Corvettes injetados e carburados são bastante comparáveis em desempenho, e ambos qualificam-se como os carros de produção com aceleração mais rápida que SCI já testou. De fato, até as 80 mph [129 km/h] eles não ficam longe dos dados do Mercedes 300 SL cupê, que é em geral considerado o carro de rua mais rápido do mundo. Os Corvettes voaram até 55 mph [88 km/h] em pouco mais de cinco segundos e, em outros nove, atingiram 95 mph [153 km/h] em segunda marcha com uma verve muito empolgante”.

Cara de mau

Novas mudanças surgiam em 1958 para um visual mais intimidador. O Corvette agora tinha faróis duplos (dois refletores para facho alto e dois para baixo), para-choques cromados e uma grade tripla. Estava 25 centímetros mais comprido, 5 cm mais largo e 90 kg mais pesado, embora mantivesse a distância entre eixos. O interior fora reestilizado, perdendo a simetria do painel, e o V8 283 passava a oferecer potência entre 245 e 290 cv — a versão mais brava, com injeção, atingia 200 km/h. No ano seguinte vinha uma suspensão mais confortável.



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